Guido Tana (Itália, 1990) é Investigador Júnior da FCT no Instituto de Filosofia da Universidade NOVA de Lisboa (IFILNOVA). É mestre pela Universidade de Pavia (2014) e doutorado pela Universidade de Edimburgo (2021). Trabalha em epistemologia contemporânea e social e filosofia da ciência, tendo interesses afins na História da Filosofia.
A sua investigação centra-se nos seguintes temas: Justificação, Evidência, Ceticismo, Dogmatismo, Desacordo Científico, Confiança, Autoridade Epistémica, Reconhecimento, Epistemologia Não Ideal, Subdeterminação, Seguimento de Regras, Mudança de Teoria, Compreensão e Divisão Epistémica do Trabalho. Na História da Filosofia, os seus interesses centram-se no Wittgenstein tardio, no Idealismo Alemão (particularmente Hegel), na Escola de Pittsburgh (Sellars, Brandom, McDowell), no Pirronismo, em Descartes e em Feyerabend.
O seu trabalho foi publicado em revistas internacionais, como Analytic Philosophy, Theoria e Grazer Philosophische Studien.
O seu projeto atual no IFILNOVA centra-se na determinação social da justificação epistémica, com foco na forma como a evidência epistemicamente significativa é produto de atividades intersubjetivas partilhadas. No passado, foi investigador de pós-doutoramento na IUSS Pavia, trabalhando com a Professora Silvia De Toffoli em Desacordos na Ciência, e no IFILNOVA, onde trabalhou em Injustiça Epistémica e argumentação, bem como na epistemologia pós-empirista de Mary Hesse. Foi também investigador visitante em 2024 e 2025 na Technische Universität Berlin, na cátedra do Professor Axel Gelfert, e por duas vezes DAAD Stipendiat na Universität Leipzig (2018/19) e na Freie Universität Berlin (2013/14).